quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Conscienciologia: Da ideia científica aos mares da religiosidade

Teoricamente, a Conscienciologia foi criada com o papel de ser uma ciência que estuda a consciência. Os ideais defendidos por Waldo Vieira causou do campo uma incógnita em contextos científicos.
Para quem não conhece, o Sr. Waldo Vieira é um médico, que seguia a doutrina espírita, porém, que se livrou da religiosidade em busca de pesquisas científicas na área, por isso, criou uma "ciência" que nomeou de Conscienciologia e, ao seu redor, criou inúmeras subdivisões para esta disciplina.
As ideias de Waldo era, realmente, criar uma ciência séria e centrada, porém, em muito pouco tempo, é notável que tal feito não foi alcançado.
A Conscienciologia admite atualmente um grande contexto religioso, evoluindo, se assim pode dizer, de possível ciência á possível religião.
Para quem não conhece, os debates e reuniões dos adeptos a Conscienciologia ocorrem em locais que se denominam "Tertuliarium".
As subdivisões da Conscienciologia ganharam vida de uma estranha forma, baseando em "fenômenos da consciência" e estas possuem os mais diferentes nomes: Pensenologia, Evoluciologia, Holorresomática, Holocarmalogia, etc.
Tais palavras apresentam ideias de crenças que se distanciaram do real contexto científico que, creio eu, Waldo pretendia explorar nestes estudos. 
De forma esquematizada, os princípios que fizeram a ciência conscienciológica se tornar uma possível filosofia de vida, ou até mesmo uma crença religiosa são:
- Criação de estranhos nomes para simbolizar áreas de estudo
- Criação de nomes para representar locais de estudo
- Manutenção de dogmas e tradições, como por exemplo, a forma em que se ocorrem as reuniões (fotos indicam que sejam em círculos, no qual todos ficam de branco)
- Crença real em experiências que desafiam a realidade
O que se nota a partir dos dados é que as ideias do Sr. Waldo eram excelentes, porém, se deixaram levar pela religiosidade. Atualmente, os conscienciólogos admitem a Conscienciologia como ciência, mesmo esta adotando grandes fundamentos espiritualistas. 
Ressalto que não quero criticar pensamento de ninguém, quero apenas propor uma reflexão séria e fundamentada para a Conscienciologia. 
Só lembrando, a Parapsicologia Científica real jamais diz que existem fenômenos paranormais, apenas os estuda a partir de evidências, o que não faz a conscienciologia.
Este campo de pesquisas que fala sobre a paranormalidade e experiências anômalas devem ser encarados com sabedoria, discernimento e, acima de tudo, com total rigor científico.
Infelizmente, a Conscienciologia é mais uma pseudo-ciência que surgiu com grandes objetivos de estudo e que não conseguiu manter a seriedade. 
Uma pena e que o fato não volte a se repetir nos caminhos da ciência.

Romes Sousa

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Breve dissertação sobre a Parapsicologia Científica


A Parapsicologia busca estudar os fenômenos "paranormais", porém, aprofundaremos no assunto. A Parapsicologia Científica estudar as evidências de fenômenos paranormais, ou seja, de fenômenos que desafiam as leis da ciência comum.

Os estudos de tais fenômenos deveriam estar ligados a Física, mas, como os fenômenos desafiam algumas leis da arcaica Mecânica Clássica, a grande maioria dos "físicos" tem preferência por deixar o estudo de tais fenômenos de lado. O que é, em minha opinião, extrema hipocrisia. 

Muitos tem medo de mudar, mas mudanças e descobertas são necessárias. O mundo evolui. O Espiritismo é uma teoria para os fenômenos parapsicológicos. É impossível derrubar a teoria espírita por não se compreender a natureza do espírito e, consequentemente, sua presença em um ambiente.

A Parapsicologia é ciência oficial desde 1953 e deve ser respeitada, mas infelizmente, devo admitir que falta sim muita organização e respeito á esta ciência. Tanto é que atualmente o nome que mais está sendo usado nas universidades para estudar os fenômenos é Psicologia Anomalística. Dizer que é parapsicólogo, todos podem, pois não existe algo que regulamente a profissão, agora, dizer que é psicólogo anomalístico, nem todos podem. 

A partir desta nova era de estudos em que entramos, o pesquisador dos fenômenos deverá passar por uma rígida formação. Serão 04 ou 05 anos de Faculdade de Psicologia e mais a pós-graduação. Isso é muito bom, pois precisamos de seriedade e compromisso neste estudo.

Zelarei sempre pela ciência (real) parapsicológica e espero que todos façam o mesmo.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

A ridícula psicologia do fã

É mais do que comum assistir fãs alucinados á procura de um artista ou jogador de futebol.
Mas, seria legal se entendêssemos o que se passa na cabeça de um indivíduo que é capaz de ficar horas e horas em um lugar desconfortável apenas para ver a aparição de um famoso. 
Famoso pra quem? Para os fãs. 
Quem são os fãs? Admiradores ou doentes?
Admiração é algo bem diferente do que ser um fã doente por alguma personalidade. Admiração é você gostar do trabalho, achar legal, ou adorar, amar, tanto faz, desde que, mesmo assim você continue se respeitando.
Ser fã doente é querer viver a vida do outro como se fosse sua, é valorizar mais aquela pessoa que nem a conhece do que a se próprio, é ter uma relação doente com o mundo de uma forma geral. Sim, uma relação doente com o mundo: uma relação de extrema obsessão.
É muito, muito comum você ouvir de um fã: "Eu amo tal pessoa". Dá pra contrariar esta afirmação. O fã alucinado não ama a pessoa, ama o personagem. Todo artista se torna personagem a partir do momento em que ele age de uma forma na carreira profissional e de outra na área pessoal.
Nós temos artistas altamente mal educados aqui mesmo no Brasil. É muito fácil ser a melhor pessoa do mundo em frente ás câmeras e depois jogar a educação toda para o alto e se transformar no maior hipócrita da face da Terra.
O artista que, realmente ama o que faz deve ou deveria não criar personagens sobre si mesmo. A criação de personagens gera uma falta imensa de humildade e respeito com o fã bonzinho que fica lá chorando, implorando por uma simples assinatura.

Vamos tentar entender algumas verdades sobre os fãs doentes:

- Não se alto valoriza: Tem uma capacidade muito maior de respeito com alguém que nem sabe que esta pessoa existe do que com si mesmo.
- É, na imensa maioria das vezes, um hipócrita generalizado: Fanatismo, em todos os casos, é hipocrisia. O fã hipócrita sabe falar bem só de quem adora, não consegue valorizar os outros artistas e acaba se tornando mais um robô social, cujo a sociedade (os outros fãs) vão controlar suas ações e atitudes.
- Perde a capacidade crítica: Acaba se tornando um grande bobo, maleável, este terceiro tópico se interliga perfeitamente com o segundo.

Conclusão:

É preciso se libertar, ou pelo menos tentar se libertar da ideia de fanatismo artístico ou esportivo. É preciso ter "cabeça" e saber modelar ou criar suas próprias opiniões. É necessário se auto-valorizar, esta parte é essencial pois evita que a pessoa se mate por alguém que nem a conhece. Sou fã de alguns artistas, mas não fanático. Não suporto gritar, pular, morrer por alguma pessoa que em nada se importa comigo.

Que cada um pense como quiser.

Romes Sousa


domingo, 5 de fevereiro de 2012

Situação crítica da educação em Goiás - Imagens






Em breve debateremos o assunto, por enquanto, que cada um reflita...

Romes Sousa